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Laser Alexandrite: 7 pontos para entender sobre o assunto!

Laser Alexandrite
Laser Alexandrite – Imagem meramente ilustrativa

A depilação a laser é uma tendência crescente. Ainda que o investimento seja consideravelmente alto para muitas pessoas, os benefícios se sobressaem, uma vez que a sensação de liberdade e praticidade é impagável.

Imagina se livrar do crescimento de pelos, sem as dores da cera, ou possíveis alergias com a lâmina? É a “mágica” que o laser alexandrite proporciona.

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Por isso, nesse post, nós explicamos o que é o laser, como ele funciona, e  quais são suas vantagens e resultados. Confira!

Saiba mais sobre o Laser Alexandrite, um dos lasers mais modernos do mercado de depilação

#1 – O que é o laser alexandrite? 

O laser alexandrite é uma tecnologia de depilação que conta com um comprimento de onda de 755 nanômetros. Possui alta afinidade com a melanina e é capaz de penetrar até a derme média. Em outras palavras, atinge uma boa profundidade da pele e pode tratar, além de pelos escuros e “comuns”, os superficialmente enraizados, finos ou claros também.

Derivado de um cristal denominado Alexandrita, é utilizado por muitos profissionais há mais de 20 anos – salvo que foi em 1997 que o laser foi aprovado para depilações.

Hoje, está na maioria das clínicas de tratamento contra os pelos.

#2 – Como o laser funciona? 

Esse laser funciona com o mecanismo de fototermólise seletiva, que é basicamente a concentração de energia em um determinado foco. Este foco é a melanina que constitui a haste do fio, colorindo o pelo.

Sendo assim, a luz do laser, ao emitir a energia, provoca uma espécie de “dano térmico”, diminuindo a capacidade do folículo em gerar novos pelos, ou até mesmo – dependendo do organismo e da quantidade de sessões – eliminando-os de vez.

Além disso, é importante frisar que esse método não prejudica a pele ao redor da aplicação, pois é o pelo que irá absorver toda a energia.

#3 – O tratamento com o laser alexandrite dói?

Aí está uma ótima questão. Um dos principais diferenciais do laser alexandrite é que há a combinação do comprimento de onda mais curto que os demais tratamentos + o resfriamento simultâneo nos  disparos. Ou seja, a cada disparada do equipamento, o resfriamento gela a pele e proporciona uma sensação de analgesia, enquanto ele cuida para eliminar o pelo.

#4 – O tratamento é indicado para quais casos?

– Pseudofoliculite;
– Hipertricose – que em resumo, é o crescimento excessivo de pelos;
– Remoção de pelos mais claros, superficiais ou finos, inclusive em áreas do rosto;
– Hirsutismo – excesso de pelos em mulheres, decorrente a um provável desequilíbrio hormonal, provocando um aspecto masculino em áreas que geralmente não possuem pelos;
– Foliculite na fase não inflamatória;
– Cisto pilonidal frequente
– Histórico familiar de hipertricose e cisto pilonidal.

#5 – Quais áreas do corpo podem receber o laser alexandrite? 

O tratamento é muito eficaz – especialmente para os pelos claros e finos do rosto, por exemplo –, mas pode tratar praticamente todas as outras áreas do corpo. Como peitoral, pernas, virilha (masculina e feminina), costas, axilas,  braços, nádegas, grandes lábios, mãos, pés, ombros, abdômen, etc.

#6 – Quais são as vantagens e desvantagens do tratamento? 

Inegavelmente, o tratamento possui muito mais vantagens do que desvantagens. Entre os principais benefícios, estão:

– A sessão é rápida, precisa e segura;

– Os resultados são duradouros; 

– Os efeitos colaterais são mínimos ou praticamente nulos;

– Trata os problemas de foliculite; 

– Não possui muitas contraindicações; 

– Dependendo da sensibilidade do paciente, é possível utilizar anestésico na região tratada. 

Por outro lado, existem poucas desvantagens. Dentre elas:

– Preços, quando comparados aos valores dos demais tratamentos a laser; 

– Possíveis desconfortos durante a sessão. Mas, reforçamos que isso varia muito entre pacientes; 

– O tratamento é consideravelmente longo, devido à quantidade de sessões necessárias e intervalo entre as mesmas. Geralmente, as clínicas oferecem um pacote de 10 sessões para pernas completas, por exemplo.

#7 – Quais são os resultados? 

Como citamos nos tópicos anteriores, além de tratar pacientes que sofrem com foliculite e excesso de pelos, é possível – antes da eliminação total (ou quase que total) ao final do tratamento, perceber o enfraquecimento do pelo  e a sua velocidade para crescimento, logo nas primeiras sessões. 

Contudo, semelhante aos outros tipos de laser, o alexandrite só proporciona a devida eficiência quando atinge o pelo na fase anágena de crescimento. Desse modo, são necessárias várias sessões mesmo, considerando que os pelos nunca estão completamente na mesma fase.

Ademais, o uso da lâmina é necessário durante o tratamento, uma vez que, se os pelos estiverem muito grandes, a energia atingirá apenas a parte externa – o que será ineficaz na remoção de dentro para fora.

E aí, esclareceu as suas dúvidas sobre o laser alexandrite? Se esse post foi útil para você, compartilhe as informações com os seus amigos!

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